Notícias de Marketing Digital – Reclamações fazem Google mudar Buzz

fevereiro 18, 2010

O Google fez algumas mudanças no Google Buzz, serviço que transforma as contas do Gmail em redes sociais, por causa da reclamação de muitos usuários a respeito de privacidade. Nos primeiros momentos, o Buzz definiu seguidores e seguidos pelos usuários, o que foi um dos principais motivos de reclamação. Por isso, o Google mudou a maneira de criar uma rede de contatos.as do Gmail em redes sociais, por causa da reclamação de muitos usuários a respeito de privacidade. Nos primeiros momentos, o Buzz definiu seguidores e seguidos pelos usuários, o que foi um dos principais motivos de reclamação. Por isso, o Google mudou a maneira de criar uma rede de contatos.

Ao invés de ter isso automaticamente, o usuário receberá uma lista de contatos sugeridos, como acontece no Facebook. Ele só começará a seguir alguém se clicar no botão designado para a tarefa.

O Buzz também conectava-se automaticamente a informações públicas dos álbuns do Picasa e do Google Reader. Mesmo assim, os usuários não estavam à vontade com esta função e o Google cancelou-a.

Outra mudança é a possibilidade de esconder ou desabilitar o Buzz completamente. Os usuários que não queriam utilizar a rede reclamavam que não havia esta possibilidade. Também não havia a opção de bloquear um seguidor.

O Google incluiu a opção de bloqueio, mesmo que a pessoa não tenha criado um perfil público. O Google também colocou a possibilidade de não compartilhar as listas de seguidores e seguidos publicamente – a visibilidade pública destas listas era outra reclamação dos usuários.
Fonte: Info

Link original:http://info.abril.com.br/noticias/internet/reclamacoes-fazem-google-mudar-buzz-18022010-4.shl

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Toshiba vê recuperação lenta e mantém cautela sobre chips

janeiro 29, 2010

A Toshiba, maior fabricante japonesa de microprocessadores, manteve previsão bem abaixo das estimativas do mercado e anunciou medidas de corte de custos diante de um forte iene e queda nos preços dos computadores.

A cautela contrasta com a rival Samsung Electronics, maior fabricante mundial de chips de memória, que afirmou na sexta-feira que considera aumentar sua capacidade na expectativa de alta na demanda por chips e televisores de tela plana.

A Toshiba, que fica atrás da Samsung como a segunda maior fabricante mundial de chips de memória NAND, manteve sua previsão de lucro anual em 100 bilhões de ienes, muito abaixo dos 136 bilhões de ienes segundo média de estimativas apurada junto a 21 analistas consultados pela Thomson Reuters I/B/E/S.

A empresa revisou para baixo a previsão de vendas em 400 bilhões de ienes, para 6,4 trilhões de ienes, por conta da valorização da moeda japonesa e afirmou que cortará 420 bilhões de ienes em custos fixos este ano, quase 30% a mais do que o plano anterior, para manter sua previsão de lucro.

A Toshiba disse que agora espera que suas operações de chips cheguem ao equilíbrio financeiro no ano até março, em vez de registrar lucro de 50 bilhões de ienes previsto anteriormente. A unidade de processadores de sistema continua no vermelho, apesar dos preços para chips de memória flash NAND terem subido 10% entre outubro e dezembro ante o trimestre anterior.

“A recuperação acabou saindo mais devagar do que esperávamos”, afirmou o vice-presidente-executivo Fumio Muraoka a repórteres.

Alguns analistas afirmam que a nova meta ainda pode ser ambiciosa. “Será difícil a Toshiba conseguir o break even para as operações de processadores no ano, dado o desaquecimento sazonal de janeiro a março”, disse Shigeo Sugawara, gerente de investimento na Sompo Japan Asset Management. “Gostaria de ver se eles conseguem cortar custos em algum momento”.

No terceiro trimestre fiscal, a Toshiba, que fornece chips para a Apple e possui a empresa de energia nuclear norte-americana Westinghouse, teve um prejuízo líquido de 10,6 bilhões de ienes, contra perdas de 121,1 bilhões de ienes no ano anterior.

Fonte: AdNews

Link original:http://www.adnews.com.br/destaque.php?id=99115

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Banda larga móvel deve crescer 49% em 2010

janeiro 29, 2010

A IDC América Latina acredita que os países da região retomarão, em 2010, o nível de investimentos em TICs de antes da crise econômica, com tendência a um crescimento maior nos serviços e produtos com mobilidade.

As previsões da consultoria apontam para vendas, neste ano, de 43 milhões de computadores portáteis e 11 milhões de unidades de telefones inteligentes na região. Já o aumento de assinantes de banda larga móvel deve ser de 49%, passando dos 7,5 milhões de assinantes em 2009 para 11,2 milhões de assinantes em 2010, de acordo com o estudo.

A consultoria acredita que a evolução de vídeo impulsionará a oferta de triple play e que as aplicações móveis de conteúdo tendem a ganhar mercado com os avanços da tecnologia e a próxima geração de celulares. “Os investimentos em infraestrutura wireless devem somar US$ 4 milhões em 2010 na América Latina”, estima a IDC.

Fonte: AdNews

Link original: http://www.adnews.com.br/internet.php?id=99054

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Visa lança campanha usando mídia social para promover os benefícios do cartão de débito

janeiro 25, 2010

A visa acaba de lançar a campanha “Pago com Meu Cartão de Débito Visa Electron”, focada no público jovem, que visa educar e mostrar por que usar o cartão de débito é mais rápido, fácil e seguro do que o dinheiro.

O objetivo deste Concurso é que o participante crie um vídeo sobre o tema: “Descreva as vantagens do uso de cartões de débito em relação ao uso do dinheiro”, com no máximo 9 minutos e 30 segundos e no mínimo 5 segundos, em arquivo com no máximo 100 MB.

O participante poderá cadastrar-se uma única vez, porém poderá participar com quantos vídeos desejar; e votar em quantos vídeos quiser, mas poderá votar apenas uma vez por dia em cada vídeo.

Os ganhadores serão eleitos por voto popular através do site. Serão distribuídos ao todo 26 prêmios, e o vídeo mais votado ganhará uma viagem de 5 dias e 4 noites, para Joanesburgo/África do Sul, com direito a 1 acompanhante e 2 ingressos para o jogo de abertura da Copa do Mundo FIFA.

Link original: http://www.midiassociais.net/2010/01/visa-lanca-campanha-usando-midia-social-para-promover-os-beneficios-do-cartao-de-debito/

Fonte: http://www.midiassociais.net

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150 amigos é o limite nas redes sociais

janeiro 25, 2010

Um estudo apontou que o cérebro humano é capaz de administrar, o máximo, 150 amigos em redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter.

A pesquisa, realizada por Robin Dunbar, antropólogo da Universidade de Oxford, é baseada em números gerados em 1990, quando o especialista fez testes com primatas.

“O interessante é que você pode ter 1.500 amigos, mas, quando você olha o tráfego dos sites, é possível notar que as pessoas mantêm o mesmo circulo de amigos que gira em torno as 150 pessoas, o que ocorre também no mundo real”, afirmou o especialista em entrevista ao Times do Reino Unido.

O motivo seria a capacidade do neocortex cerebral, que não teria se desenvolvido muito em mais de 250 mil anos de evolução.

O número 150, conhecido como Dunbar Number, foi atingido durante estudos de grupos sociais em várias sociedades. Por exemplo, ele aponta que o tamanho de uma unidade do exército romano tinha aproximadamente essa quantidade de integrantes, enquanto que uma comunidade do período neolítico não poderia ir além. Algo acima disso começaria a perder a coesão.

O antropólogo ainda afirma que não adianta se gabar das centenas ou milhares de amigos nas redes sociais, já que seu número de contatos reais sempre vai girar ao redor dessa quantidade de pessoas.

Link original: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/150-amigos-e-o-limite-nas-redes-sociais-25012010-18.shl

Fonte: http://info.abril.com.br

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Na hora de comprar, internauta prefere buscadores

janeiro 12, 2010

Na hora de pesquisar preços ou de procurar referências que os auxiliem na escolha de um produto ou serviço, as ferramentas de busca são a principal fonte para a qual os internautas recorrem. A conclusão é um dos principais resultados extraídos do estudo sobre o comportamento dos usuários de tecnologia perante as ferramentas de marketing online, realizado pela consultoria de inteligência de mercado, IDC, na América Latina.

De acordo com o estudo, 70,91% dos entrevistados declararam utilizar frequentemente os buscadores para obter informações sobre os itens que desejam comprar. Em países como Argentina e Colômbia, esse percentual é ainda mais alto, chegando a 75,29% e 75,31%, respectivamente.
Segundo o IDC, esse resultado aponta a crescente importância dos investimentos nas ferramentas de search marketing para se obter resultados efetivos nas vendas. Além dos sites de busca, as comunidades virtuais também já aparecem num elevado patamar de importância na preferência dos internautas.

A pesquisa apontou que as redes sociais e comunidades virtuais das marcas e empresas ocupam o segundo lugar na lista de preferência dos consumidores, tendo papel de destaque nas escolhas de 36,80% dos entrevistados. Em seguida, os consumidores destacaram a utilização das informações fornecidas por representantes de vendas e, em quarto lugar, ficaram as pesquisas realizadas nos próprios websites corporativos.

fonte: http://novasdigitais.blogspot.com

link original: http://novasdigitais.blogspot.com/2009/12/na-hora-de-comprar-internauta-prefere.html

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Email marketing: o que muda na era das redes sociais?

janeiro 12, 2010
O mercado brasileiro é o país com maior tempo médio de navegação residencial por internauta. Os brasileiros passam, mensalmente, 23h30 minutos na web. Os EUA ficam, em média, 19 horas navegando na rede, ocupando o segundo lugar depois do Brasil (fonte: pesquisa publicada na Época Negócios).

Não é à toa que os gastos com publicidade online e em redes sociais, segundo pesquisa da Nielsen, cresceram 119% por lá, somente no mês de agosto de 2009, em relação ao mesmo período de 2008.

Ainda falando dos americanos, 66% dos anunciantes usaram os canais de mídia social em 2008, contra 20% no ano anterior, de acordo com estudo conduzido pela Association of National Advertisers, BtoB Magazine e a prestadora de serviços de marketing Mktg. O levantamento aponta que 55% dos entrevistados transferiram recursos da mídia tradicional para campanhas realizadas em redes sociais.

No Brasil? Infelizmente não há muitos números sobre o uso desses canais de contato. Aqui, por enquanto, tive acesso apenas aos investimentos em publicidade digital, que cresceram 22,8% no primeiro semestre de 2009, pelo relatório Inter-Meios.

Rumo às mudanças

O cenário é mais do que prova da necessidade urgente de mudanças que devem ocorrer na visão de nosso mercado em relação às redes sociais, ou melhor, na visão das empresas. Os usuários estão a mil. Dos 55 milhões de participantes do Orkut, 54% (29,7 milhões) são brasileiros. Isso mesmo, mais da metade. Porém, os maiores investidores nessa relação social estão fora daqui. Motivos? Diversos. Publicações dizem que tememos exposição, nos preocupamos com a reputação e com o fato de ela ser ameaçada em um contato inédito e aberto com uma infinidade de pessoas.

Reticente às mudanças, ainda continua sendo preferível, para a maioria das companhias, comandar a oferta e fazer com que a demanda seja adequada ao que propõe. É claro que o panorama vai mudar, aliás, já está mudando, porque é mais do que perceptível que o investimento em mídias sociais é um caminho sem volta. Felizmente, mais rápido para alguns que acabam saindo na frente.

Procuro inspirar meu modelo de negócios na capacidade inesgotável de inovação da Amazon.com. Em recente entrevista para o portal HSM, Andreas Weigend, ex-cientista-chefe da Amazon e especialista em comportamento do consumidor online, discorre sobre o poder das mídias sociais para evolução das marcas. Ele aponta que o crescente desejo das pessoas de compartilhar suas opiniões, experiências e aspirações, dá às empresas uma oportunidade de ouro para captar, medir e conectar dados e, depois, utilizá-los no desenvolvimento do novo marketing das redes sociais.

A Amazon não analisa e mensura apenas as transações feitas pelos e-consumidores, mas dá a eles a oportunidade de interagirem até mesmo com feedbacks sobre o tempo de carregamento entre uma página e outra, indicações para a correção de possíveis erros de conteúdo, além de outras inúmeras possibilidades que são exploradas ao máximo para melhoria contínua de seus serviços. Weigend afirma que experimentos e pesquisas mostram que o marketing social costuma ser de cinco a dez vezes mais eficaz do que outras formas de marketing.

Email marketing x Redes Sociais

É nesse ponto que quero chegar. Sabemos que o email marketing é uma  ferramenta extremamente mensurável, quando falamos em medir o ROI. Você produz a campanha, define a lista para disparos do email – sempre a uma base opt-in -, envia a ação, mede o número de cliques e consegue ver quem interagiu com sua marca. Mais acesso ao perfil comportamental que isso, apenas… nas redes sociais. Diferentemente do email marketing, a coleta de informações sobre o que pensam de sua empresa, produto e serviço é reativa. Você não emite, você recebe, desde que esteja disposto a abrir um canal onde o fluxo de informações seja transparente.

Se as mídias sociais são oportunidades de ouro para as empresas saberem o que fazer para seguir os rumos atentas ao que seu consumidor anseia, a integração delas com o email marketing é o diamante para uma campanha. Isso porque o email marketing já fornece possibilidades fantásticas para atender ao mercado como ele deseja. Haja vista as ações que podem ser aplicadas para realizar a “segmentação da segmentação”.

Já tive a oportunidade de clicar em um produto de meu interesse veiculado em uma campanha de email marketing e, em poucos instantes, receber uma infinidade de temas relacionados ao meu perfil de consumo. Isso é marketing transacional possibilitado pelas diversas funcionalidades que a tecnologia proporciona em um sistema para envio e gestão de ações de marketing por email.

Integrar suas ações de email marketing ao Twitter, por exemplo, já é possível. Poder acompanhar a geração e projeção de sua campanha através dessa integração pelos seguidores é fantástico. As mídias sociais oferecem inúmeros recursos e cabe a nós saber como aproveitá-los.

Os chamados dados sociais – o que você coleta, ou deveria coletar, de informação na era da web 2.0 – servem de subsídios também para estruturação de uma campanha. O trabalho é detalhado, mas compensador. Uma equipe dedicada ao monitoramento digital social é investimento e não centro de custo. As agências de publicidade e propaganda já estão formando áreas exclusivamente dedicadas para esse processo.

Com a pesquisa em mãos, pode-se descobrir opiniões e sugestões altamente relevantes para uma ação digital, seja ela qual for. E, quando for uma ação por email marketing, você pode direcioná-la para um grupo formador de uma mesma opinião – que identificou naquele trabalho minucioso feito nas redes sociais -, mensura, analisa a receptividade, descobre a proveniência dos cliques e, ainda, vai ao encontro do que esse destinatário expôs em rede pública. Ponto positivo! Mais uma vez, mediu a eficiência de sua ação e, ainda, aumentou e muito a probabilidade de fidelizá-lo. O efeito é cíclico, se ele gostar – e olha que as chances de isso acontecer quando se segue esse caminho são bem maiores – novamente é possível ganhar, só que agora, na viralização.

A conquista de seu público, mais uma vez, só depende de você. Fazê-lo proliferar a marca, o produto ou o serviço é consequência de sua ação inicial. Claro que o marketing viral na era social não depende mais de você, mas com certeza pode ser potencializado pelas etapas anteriores. E não se esqueça da lição de casa. Mesmo indo ao encontro do que ele precisa, não se pensará nisso se deixar de cuidar da visualização da campanha, do layout, do HTML e do conteúdo, porque nós, brasileiros, temos uma leve tendência à crítica e se isso acontecer, todo o seu trabalho foi por água abaixo. Um post negativo no Twitter pode dar muito mais repercussão que o positivo.

Por último e não menos importante, se sua empresa não abriu ainda um canal de comunicação público ao mercado, se não investiu na construção de um blog ou participa ativamente de comunidades virtuais/sociais, sinto dizer, mas parece que está bem atrás do mais importante: a vantagem (digital) competitiva.

fonte: http://novasdigitais.blogspot.com/

link original: http://novasdigitais.blogspot.com/2010/01/email-marketing-o-que-muda-na-era-das.html

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Notícias de marketing Digital – Facebook e Twitter sofrerão mais em 2010

dezembro 31, 2009

A McAfee apontou em mais uma previsão que o Twitter e o Facebook serão as redes sociais preferidas dos criminosos virtuais em 2010.

De acordo com o “Relatório de Previsões sobre Ameaças” liberado pela empresa, os ataques devem se concentrar nos aplicativos de terceiros como jogos, por exemplo.

As ameaças devem aparecer principalmente no formato de cavalos de troia e botnets mais complexos e difíceis de serem detectados.

“Na última década, observamos uma grande melhoria na capacidade de monitorar a rede, de detectar e deter os ataques de cibercrime”, afirma Jeff Green, vice-presidente sênior do McAfee Labs. “Atualmente, enfrentamos ameaças emergentes originadas de um crescimento explosivo das redes sociais e da utilização mal-intencionada de aplicações populares e de técnicas mais avançadas por parte dos cibercriminosos. Contudo, estamos confiantes de que 2010 será um ano de sucesso para a comunidade de segurança cibernética”, diz.

O documento aponta que o excesso de confiança nos contatos é um dos grandes chamarizes para sites contaminados com códigos maliciosos. Usuários do Facebook e do Twitter já sofreram com invasão de contas e spam contendo links perigosos enviados por robôs.

Outro ponto levantado pela McAfee é o uso de URLs abreviadas, muito populares nesses sites. Segundo a empresa, elas impedem que o usuário veja o endereço real, podendo eventualmente cair em armadilhas.

 O que esperar de 2010

 Além das redes sociais, os especialistas da McAfee também divulgaram outras áreas e produtos que devem ficar de olho na segurança.
Fonte: Info

Link original:http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/facebook-e-twitter-sofrerao-mais-em-2010-30122009-12.shl

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Notícias de Marketing Digital – Alto preço é barreira para o avanço da banda larga no Brasil

dezembro 23, 2009

O governo Lula promete investimento pesado na banda larga popular, algo que pode aumentar a inclusão digital no país. Um estudo do IPEA mostrou como esse projeto é importante, pois os brasileiros pagam tarifas 18 vezes maiores que os japoneses e 7,2 vezes maiores que os americanos quando o assunto é banda larga.

Ainda segundo a pesquisa, apesar de ser mais caro, o serviço de internet no Brasil tem velocidade e qualidade bastante inferior a outros países. Para se ter uma idéia, no Brasil há 10,1 milhões de pontos de acesso de banda larga. Destes, mais da metade (66%) não tem banda superior a 1MB, o que inviabiliza o acesso a som e vídeo com o padrão mínimo de qualidade.

Como solução para o problema, o estudo propõe o aumento da concorrência para oferecimento dos serviços, redução da carga tributária – tanto para a prestação de serviço como para a importação de equipamentos – e investimentos em infraestrutura.
Fonte: AdNews

Link original:http://www.adnews.com.br/internet.php?id=97800

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Redes sociais para amantes de livros

dezembro 21, 2009

Shelfari permite que você construa uma plataforma para mostrar os livros que leu, quer ler ou está lendo agora. Então você começa a ser o crítico de seus próprios livros e seus amigos podem ver aquilo que você pensa. Você pode conectar-se com seus amigos para ver os livros que têm em comum, o que estão lendo ou o que eles acham dos livros que leram.  Pode pedir a seus amigos para recomendar livros ou criar um grupo onde você pode falar sobre seus livros.

Shelfari permite que você veja o que outros membros estão lendo e os livros que são os mais populares. Você pode até ver os livros de acordo com seu gênero favorito!

Skoob é brasileiro e funciona praticamente da mesma forma, você pode elogiar, criticar e recomendar livros para outros usuários da comunidade.

O skoob é o local onde você diz o que está lendo, o que já leu e o que ainda vai ler, seus amigos fazem o mesmo e assim, todos compartilham suas opiniões e críticas. É também um lugar para fazer novos amigos.

Fonte: midiassociais.net

Link original: http://www.midiassociais.net/2009/10/rede-social-para-amantes-de-livros/

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